Fevereiro, início de ano. Estou mais ocupado do que nunca, já que esse ano, é ano de pré-vestibular. E só uma semana depois de começarem as minhas aulas integrais, já percebi o quanto é bom estar ocupado, para se livrar de coisas ruins que ficam na nossa cabeça. E, posso ser sincero? Já não tenho mais vontade e tempo de lembrar de você. Não estou dizendo que vou te esquecer, porque isso não vai acontecer... Eu só quero e vou deixar de lembrar de você, pra lembrar e pensar em mim.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Sétima lembrança
Sonhei com você. E é até engraçado, lembrar o número de vezes em que eu te abraçava... Era tão real, sabe? Queria voltar no tempo, só pra ter a sensação de te ter por perto outra vez. O tempo tem passado; dias, semanas, meses, e eu não esqueci completamente de você. Eu não sabia que você era tão especial assim... Na verdade não queria que você fosse tão especial assim. Você continua aqui dentro, você ainda existe em mim. E nas minhas memórias mais queridas, você aparece, como se nunca tivesse ido. Não tenho mais fotos, não lembro tão bem de como é a sua voz, mas sei que não vou esquecer de você tão fácil. As memórias que você me deixou são o meu tesouro, e eu não quero abrir mão delas. Pelo menos não agora...
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sábado, 22 de janeiro de 2011
Hope
Entre madrugadas as madrugadas, entre os versos, entre as linhas, entre as risadas, entre as lágrimas, entre as conversas... A saudade vem mansa e se aconchega, tão mansa que eu nem vejo chegar. Os pensamentos vêm e vão, lembranças aparecem, alguns sorrisos no meio da boca também. "Só posso agradecer por esses dias, apesar de tudo.".
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
03:16
Fazia tempo que não doía. Bastante tempo mesmo... Mas hoje, especificamente, dói um pouco. Não sinto falta de alguém, mas sim de alguma coisa que nem eu sei o que é. Tenho sonhado com algumas pessoas que já se foram, e sinto uma ponta de saudade da época em que elas faziam parte da minha vida. Mas entendam bem, da época, e não das pessoas. Me sentia mais vivo, mais alegre, ou alguma coisa assim. Não estou deprimido, também. Mas estou mais indiferente, eu acho. Mas uma coisa que me irrita quando a isso, é que nessa época, minha vida era feita de altos e baixos. Uma hora bem, outra hora mal... Isso realmente incomoda. Desde quando faz lógica sentir falta da minha instabilidade? Talvez porque depois dessa instabilidade, vinha a euforia.
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
"Luccas, você mudou."
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
R.I.P - Luccas
Demorei muito para perceber que nada é eterno. Talvez, nem mesmo o universo, sabe? As pessoas, os momentos, as vidas, tudo um dia vai embora. Alguns voltam outras vezes, mas no final, vão definitivamente. Sempre fui muito egoísta em sofrer por pessoas que tinham ido embora da minha vida, mas aí acabei pensando... E quando eu fui embora da vida das pessoas? Pode ter doído nelas também, e eu não me importava com isso. Todos nós somos egoístas, e muitas vezes não nos importamos em ferir alguém, quando é para o nosso proveito. E somos mentirosos, além disso. A prova, é que sempre queremos ser correspondidos, quando na verdade, o outro não tem essa obrigação. Chamamos as pessoas de "amigos", "amores", e etc., apenas para fingirmos que no fundo, não estamos sozinhos. Mas quando acaba a afinidade, acaba a amizade. Até eu sou assim, afinal.
A nossa solidão às vezes não é vista, mas nunca deixa de ser sentida. Por que amamos? Por que nos apegamos? Porque outras pessoas ou coisas conseguem suprir um vazio que há dentro de todos nós. Alguns têm um vazio maior, confesso. Mas no final, todos nós somos parecidos. Todos nós somos humanos. E quanto mais você olha pra dentro de si mesmo, mais vê o vazio que existe. E nessas horas, você começa a questionar se seus sonhos, objetivos ou pessoas são realmente o que você precisa pra se preencher. Uma hora, você começa a querer "algo maior". Mas, o que será esse "algo maior"? Eu sinceramente, queria descobrir do que preciso. Pessoas e hábitos me fazem feliz momentaneamente, mas não me completam mais. Não é mais disso que preciso, entendem? Será que o que eu procuro, realmente existe? Pra ser sincero, acho que não. Talvez a procura por essa coisa, distraia a minha sensação de vazio. Talvez eu nunca a ache, e viva me distraindo com pessoas e hábitos diferentes.
Até então, estarei de luto. Luto por mim, que não sabe como viver de verdade.
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